{"id":2595,"date":"2024-08-07T21:43:00","date_gmt":"2024-08-08T00:43:00","guid":{"rendered":"https:\/\/enois.org\/?p=2595"},"modified":"2024-08-07T21:43:00","modified_gmt":"2024-08-08T00:43:00","slug":"a-primeira-casa-a-gente-nunca-esquece","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/enois.org\/en\/a-primeira-casa-a-gente-nunca-esquece\/","title":{"rendered":"A primeira casa a gente nunca esquece"},"content":{"rendered":"<pre class=\"wp-block-preformatted\">Antes de seguir para hist\u00f3ria de hoje, quero aproveitar e te pedir uma for\u00e7a. <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=gdIOP9SJ1sU&amp;list=PLhkWZx0gxkbieblfgqaeTuR_IrYTIvjqU\"><mark>A Reda\u00e7\u00e3o Aberta<\/mark><\/a>, nosso evento recorrente que acontecia online desde a pandemia, vai voltar a ser presencial.\n\nQueremos aprofundar as rela\u00e7\u00f5es e fomentar articula\u00e7\u00f5es entre jornalistas da nossa rede. A primeira edi\u00e7\u00e3o neste formato vai ser no Cap\u00e3o Redondo, em S\u00e3o Paulo, em parceria com o Manda Not\u00edcias, Escola de Dados e Base dos Dados. <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/enoisconteudo\"><mark>Saiba mais no nosso Instagram.<\/mark><\/a>\n\nPara fazer essa ideia acontecer, estamos levantando uma grana na nossa campanha de financiamento recorrente. <a href=\"https:\/\/www.kickante.com.br\/assinatura-e-recorrencia\/enois-por-um-jornalismo-mais-diverso\"><mark>Com uma assinatura de R$ 10 mensais voc\u00ea j\u00e1 apoia demais o nosso corre. Clique aqui e assine!<\/mark><\/a> Compartilhe com seus contatos! \n\nVoltando para a nossa newsletter\u2026 Voc\u00ea sabia que antes de ser chamada \u00c9nois, \u00e9ramos conhecidas pelo projeto da revista Zzine? \n\nBom, e falando em Cap\u00e3o Redondo, voc\u00ea vai entender hoje como essa regi\u00e3o faz parte da hist\u00f3ria da \u00c9nois.\n\nPara celebrar nossos 15 anos, n\u00e3o poderia deixar de visitar a primeira casa que nos acolheu. A<a href=\"https:\/\/casadozezinho.org.br\/#quem-somos\"> <mark>Casa do Zezinho<\/mark><\/a>, ONG localizada na Zona Sul de S\u00e3o Paulo, numa regi\u00e3o que engloba Cap\u00e3o Redondo, Jardim  \u00c2ngela e Jardim S\u00e3o Lu\u00eds, e que oferece oficinas socioeducativas para cerca de 1.200 crian\u00e7as e jovens no contraturno escolar. \n\nFoi l\u00e1 que, em 2009, Amanda Rahra e Nina Weingrill, fundadoras da \u00c9nois, junto a outras profissionais e jornalistas-educadoras como Ana Aranha, Paula Takada e Mauricio Monteiro Filho, iniciaram o projeto da revista <a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine4-issuu\"><mark>Zzine<\/mark><\/a>.\n\nNesse momento, o nome \u00c9nois ainda n\u00e3o existia. \n\nA Zzine era produzida em oficinas para jovens com uma m\u00e9dia de 17 anos, em turmas com aproximadamente 19 jovens. As forma\u00e7\u00f5es eram voltadas para \u00e1reas da produ\u00e7\u00e3o jornal\u00edstica como design, fotografia, escrita e entre outras. \n\nOs temas das edi\u00e7\u00f5es e a linguagem eram escolhidos junto dos jovens rep\u00f3rteres. Foi assim que nasceu a primeira edi\u00e7\u00e3o \u201cAmizade Colorida: <a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine0_issuu\"><mark>hist\u00f3rias de amigosnamorados e namoradosamigos<\/mark><\/a>\u201d. \n\nNo nosso acervo, voc\u00ea pode conhecer tamb\u00e9m as edi\u00e7\u00f5es sobre <a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine1_issuu\"><mark>bullying<\/mark><\/a>, sobre a necessidade de usar<mark> <\/mark><a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine2-issuu\"><code><mark>redes sociais com modera\u00e7\u00e3o<\/mark><\/code><\/a><mark>,<\/mark> sobre <a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine4-issuu\"><mark>m\u00e3es que aprenderam a ler e filhos que aprenderam a ensinar<\/mark><\/a> e sobre a<mark> <\/mark><a href=\"https:\/\/issuu.com\/enoisconteudo\/docs\/zzine_copa-final\"><mark>primeira edi\u00e7\u00e3o da Copa Parque Santo Ant\u00f4nio<\/mark><\/a>.\n\nEu n\u00e3o poderia deixar de ir \u00e0 Casa do Zezinho pra conhecer melhor essa hist\u00f3ria. \n\nQuem me recebeu l\u00e1 foi<mark> <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/C95cL4cvSH1\/\">Michael Douglas<\/a><\/mark>, ex-estudante da Zzine e atual coordenador de comunica\u00e7\u00e3o da Casa do Zezinho. Michael entrou no curso logo no in\u00edcio do projeto, em 2009. Tinha a fun\u00e7\u00e3o de elaborar o design das revistas. \n\nPara ele, a revista lhe proporcionou uma perspectiva de futuro. \u201cA \u00c9nois marcou minha vida. O projeto j\u00e1 tinha uma energia \u00fanica, reunindo mentes criativas em torno de uma causa nobre como a Casa do Zezinho. Foi uma experi\u00eancia transformadora ver fotografia, design, escrita e outras \u00e1reas se unirem para expandir a vis\u00e3o dos jovens. Eu fui um dos beneficiados, especialmente na \u00e1rea de design, que n\u00e3o s\u00f3 me deu uma vis\u00e3o de trabalho, mas tamb\u00e9m um caminho claro para meus objetivos futuros\u201d, comenta Michael.\n\nAo andar pelos corredores e salas da Casa do Zezinho, o espa\u00e7o me lembrou muito a estrutura de uma escola. A grande diferen\u00e7a \u00e9 que h\u00e1 in\u00fameras artes espalhadas pelo espa\u00e7o. Artes de cer\u00e2mica, frases de filosofia, poemas e outros formatos que chamam bastante aten\u00e7\u00e3o pelas cores e lindezas produzidas por crian\u00e7as e jovens. Enquanto Michael me apresentava o espa\u00e7o, ele tamb\u00e9m compartilhava com muito orgulho a sua trajet\u00f3ria na comunica\u00e7\u00e3o.\n\n\u201cAs reuni\u00f5es de pautas eram meu momento preferido. Ficaram marcadas em minha mem\u00f3ria porque nos sent\u00edamos em um est\u00fadio profissional, discutindo ideias e planejando projetos que far\u00edamos com e para a comunidade. Foram nas reuni\u00f5es de pautas que fui acendendo cada vez mais meu desejo por comunicar e produzir conte\u00fados\u201d.\n\nQuando Michael ainda estava fazendo forma\u00e7\u00f5es na Zzine, ele iniciou como estagi\u00e1rio na Casa do Zezinho. Depois foi para assistente de cria\u00e7\u00e3o, educador de design e agora coordenador de comunica\u00e7\u00e3o. Para ele, todas essas fases s\u00e3o impactos de projetos como a Zzine e a Casa do Zezinho. \n\n\u201cEsses projetos n\u00e3o apenas me deram uma forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, mas me proporcionaram uma compreens\u00e3o mais profunda do impacto social e cultural da comunica\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s das oficinas de design e jornalismo, pude vislumbrar horizontes que antes pareciam distantes, e isso moldou n\u00e3o apenas minha trajet\u00f3ria profissional, mas tamb\u00e9m minha vis\u00e3o de mundo\u201d, comenta. \n\n\u00c9 por isso que quando a gente fala que<mark> <\/mark><a href=\"https:\/\/old.enoisconteudo.com.br\/enois15anos\"><mark>a hora de transformar o jornalismo \u00e9 sempre o agora<\/mark><\/a>, n\u00e3o falamos s\u00f3 palavras de efeito.\n\nS\u00e3o 30 anos de Casa do Zezinho e 15 anos de \u00c9nois. Da Zzine e da Casa do Zezinho, a \u00c9nois guarda a mesma energia \u00fanica mencionada por Michael. Uma energia que acredita na comunica\u00e7\u00e3o e na educa\u00e7\u00e3o como potenciais transformadoras das realidades de jovens e tantas outras pessoas  que passam por essas organiza\u00e7\u00f5es. \n\nLevei duas edi\u00e7\u00f5es impressas da revista Zzine e Michael sentou e ficou folheando com um sorris\u00e3o no rosto lembrando cada arte que criou, cada mat\u00e9ria produzida. Fica o desejo dele de que outras pessoas possam ter a mesma oportunidade que ele teve, de perspectiva e futuro. E que a \u00c9nois possa construir mais 30, 40, 60 anos de uma bonita trajet\u00f3ria. \n\nGostou dessa hist\u00f3ria? Fica por aqui! A gente ainda tem muito o que contar sobre nossos 15 anos.\n<\/pre>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Antes de seguir para hist\u00f3ria de hoje, quero aproveitar e te pedir uma for\u00e7a. A Reda\u00e7\u00e3o Aberta, nosso evento recorrente que acontecia online desde a pandemia, vai voltar a ser presencial. 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